Profissionais do setor elétrico avaliam carreiras

Rujany Barros
Rujany Barros

Uma grande empresa é feita por profissionais comprometidos com o trabalho e com sua formação.

 

O quadro de integrantes da Santo Antônio Energia é formado por profissionais assim, como o operador de caminhão caçamba, Rujany Barros, de 38 anos. Amazonense do município de Manicoré, Rujany está em Rondônia há 17 anos e antes de ir para a Santo Antônio trabalhava em uma empresa de transportes.

 

Para ele, trabalhar na SAE é “a realização de um sonho”. “Estou feliz por gostar do que faço, por trabalhar numa empresa que tem programas que ajudam o integrante a se especializar cada vez mais”, afirma.

 

O porto-velhense Rodrigo Campos Lupges tem 25 anos e foi aprovado no concurso promovido por Eletrobras Furnas para a formação do quadro da área de Operação e Manutenção da Hidrelétrica Santo Antônio. Antes, Rodrigo trabalhava na Eletrobras Distribuidora Rondônia na fiscalização, reprimindo “gatos”.

Rodrigo
Rodrigo Campos

 

É tecnólogo de Sistema Elétrico e Eletrotécnico e já atuou em três áreas: na sala de controle local; no Centro de Operação e Geração e agora na Pré/Pós Operação, onde são feitas as análises de documentos locais e sistêmicos (todas atividades de manutenção da Hidrelétrica).

 

“Para quem é de Porto Velho, o conhecimento que se adquire aqui na área elétrica não tem igual no Estado. Quero crescer na empresa, com toda certeza”, garante Rodrigo.

 

A também porto-velhense Juliane Freire Veloso é formada em Engenharia Elétrica e Matemática, além de ser técnica em Eletrotécnica. Está na Santo Antônio há dois anos, seu primeiro emprego. “Responsabilidade, muita responsabilidade”, é o desafio que enfrenta todos os dias. “Tenho a oportunidade de aprender coisas novas”.

 

Juliane

Juliana é responsável pelo Laboratório de Instrumentação, área que está sendo implantada. Começou como técnica na área de Manutenção, na parte de apoio à coordenação de manutenção. Após ter se formado, mudou de setor.

 

Sobre como ser mulher em um ambiente predominantemente masculino, Juliana não vê problemas. “É mais simples. Já estou acostumada, nos cursos que fiz, as mulheres eram minoria”. Atualmente a equipe do Laboratório de Instrumentação é formada por ela e mais dois colegas.

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