Um rio que integra a vida

dia04_053O escritor paraense Leandro Tocantins, em sua obra mais conhecida, “O rio Comanda a vida”, escreveu que “O rio, sempre o rio, unido ao homem, em associação quase mística, o que pode comportar a transposição da máxima de Heródoto para os condados amazônicos, onde a vida chega a ser, até certo ponto, uma dádiva do rio, e a água uma espécie de fiador dos destinos humanos.

E é essa dádiva, a que o autor se refere, que a Hidrelétrica Santo Antônio reconhece no rio Madeira, onde está instalada e onde transforma a força das águas – que descem dos contrafortes do Andes – em energia elétrica para milhões de brasileiros.

A importância  do rio Madeira foi conhecida, no início, pelos povos que habitavam a região, que dele tiravam seu sustento. Depois vieram os europeus, que faziam de suas águas estradas, por onde transportavam ouro, ervas do sertão e alimentos. Hoje a relevância do rio, que também serve de fronteira entre o Brasil e a Bolívia, aumentou com a construção das hidrelétricas e que ainda serve de hidrovia para chegada e escoamento de produtos e grãos.

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